Moradores do Alto da Esperança clamam por socorro diante de tráfico escancarado na Rua do Meio

Moradores do Alto da Esperança, especialmente da Rua do Meio, estão vivendo dias de medo, indignação e revolta. A comunidade faz um apelo desesperado por socorro à 70ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) diante de uma situação que, segundo relatos, saiu completamente do controle.

Informações encaminhadas apontam que indivíduos conhecidos como “meninos de vó” estariam comercializando entorpecentes livremente, a qualquer hora do dia e da noite, sem qualquer constrangimento ou receio, inclusive na presença de crianças e adolescentes.

Os moradores afirmam que a prática ocorre de forma ostensiva, à luz do dia, transformando a rua em um ponto constante de tensão. Pais e mães relatam medo de deixar os filhos circularem pela comunidade, enquanto idosos e trabalhadores convivem diariamente com a insegurança e o risco.

Apesar do cenário alarmante, a população reforça que confia no trabalho da Polícia Militar e reconhece o esforço dos agentes que atuam na região. Por isso, o pedido é direto e urgente: uma resposta imediata do comando da 70ª CIPM e do CPRSUL, com ações efetivas que devolvam a tranquilidade ao bairro.

“A gente não aguenta mais. Nossas crianças estão vendo isso todos os dias”, relata um morador, que prefere não se identificar por medo de represálias.

A comunidade do Alto da Esperança espera que o clamor coletivo seja ouvido e que medidas firmes sejam adotadas para coibir a criminalidade, garantindo o direito básico de ir e vir com segurança.

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