Soro da Morte: Prefeito Dr. Marcelo Envolvido em Novo Escândalo na Saúde de Teixeira de Freitas

O prefeito de Teixeira de Freitas, Dr. Marcelo Belitardo, está novamente no centro de uma grave crise na saúde pública, desta vez envolvendo o uso de equipo de infusão vencidas na UPA da cidade. A descoberta foi feita por dois vereadores durante uma fiscalização, que encontraram diversos materiais fora da validade sendo utilizados em pacientes. O equipo de infusão é um item essencial, responsável por transportar soro e medicamentos diretamente para o corpo do paciente. Quando vencido, pode comprometer seriamente o tratamento, causando infecções, reações adversas e até a morte.

Este não é o primeiro escândalo envolvendo o prefeito e a saúde municipal. Anteriormente, quando era diretor do Hospital Regional, Dr. Marcelo esteve ligado ao caso do “gás da morte”, onde supostos cilindros de oxigênio contaminados causaram sérios danos aos pacientes, nunca foi comprovado. Na ocasião, a responsabilidade foi direcionada ao então prefeito Timóteo Brito, que agiu rapidamente para afastar a empresa responsável e abrir investigações. Agora, porém, Dr. Marcelo está diretamente envolvido no caso do “soro da morte”, sem possibilidade de transferir a culpa.

A população questiona: “Doutor Marcelo, a culpa é de quem?”

A gestão da saúde pública é uma responsabilidade direta do prefeito, e o uso de materiais vencidos em uma unidade de pronto atendimento é uma negligência grave. Vereadores e fiscais alertaram para os riscos, mas a situação só veio à tona após a fiscalização, que comprovou a utilização de equipo de infusão fora da validade.

Enquanto isso, o prefeito tem usado a comunicação institucional do município para atacar os vereadores que expuseram o caso, em vez de assumir a responsabilidade e tomar medidas corretivas. A postura de Dr. Marcelo tem gerado revolta na população, que exige transparência e ações concretas para evitar que novos escândalos comprometam a saúde pública.

Agora, a pressão recai sobre a Câmara de Vereadores, o Ministério Público e a Polícia Civil, que devem investigar a fundo o caso e apurar se houve mortes ou complicações decorrentes do uso de materiais vencidos. A sociedade espera justiça e uma gestão que priorize a vida e a saúde dos cidadãos acima de interesses políticos. O “soro da morte” é mais um capítulo triste na história da saúde pública de Teixeira de Freitas, e a população clama por respostas e mudanças urgentes.

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