O ex-controlador interno da Prefeitura de Ibititá, João Pedro Marques Gomes, PERDEU O SONO e VIVE ASSUSTADO desde o último mês de abril. Ele tem motivos de sobra para acreditar que foi envolvido num grave CRIME contra a Administração Pública: em Boletim de Ocorrência (BO) registrado nesta terça-feira (14), João Pedro relata que, após consultar o site do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), percebeu que seu nome foi usado em documentos oficiais de forma indevida pela gestão Nilvinha dos Santos.
O BO traz informações sobre licitações para aquisição de material de Expediente e Limpeza, ocorridas em dezembro de 2023. Além disso, o denunciante afirma que, no início de janeiro deste ano (quando já havia sido exonerado), foi procurado por um funcionário da Prefeitura chamado João Santana Júnior: o emissário queria sua assinatura no relatório interno de dezembro. Diante da delegada Ezerlina Rocha, o ex-controlador afirmou, de forma categórica, que SE RECUSOU a colaborar. Mesmo assim, seu nome consta no referido documento, disponível no TCM.
“Sou um profissional correto, íntegro e decente. Nunca fiz nada para envergonhar minha família ou desabonar minha conduta como contador. Por isso, me pergunto: o que mais pode ter sido feito sem meu consentimento? Fiz questão de procurar a Polícia para esclarecer os fatos e pedir uma investigação minuciosa”, afirma João Pedro Marques. O próximo passo é a realização de um exame grafotécnico para confrontar a assinatura autêntica com a encontrada em documentos da Prefeitura de Ibititá.
Previsto no artigo 299 do Código Penal, o crime de FALSIDADE IDEOLÓGICA tem pena de até 5 anos de reclusão e multa, em caso de documento público. Mas, as investigações (em andamento) podem apontar para fraude, dano ao erário público e até formação de quadrilha. A atual prefeita também é acusada (pelo Ministério Público e pela Câmara de Vereadores) de NEPOTISMO e diversas irregularidades em outros processos licitatórios.

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