Após esposa ser presa, deputado diz acompanhar investigações com ‘tranquilidade’

O deputado estadual Binho Galinha (Patriota), após ter sua esposa, Maiana Cerqueira, presa na manhã desta terça-feira (09), durante ‘Operação Hybris’, desdobramento da El Patrón, que investiga organização criminosa especializada na lavagem de dinheiro do jogo do bicho, agiotagem, extorsão e receptação qualificada em Feira de Santana e cidades circunvizinhas, na Bahia que, segundo investigações, seria chefiada por ele, afirma  que está à disposição da Justiça para esclarecer os fatos envolvendo seu nome e de familiares.

Binho Galinha ressalta ainda, através de nota, que tem acompanhado os desdobramentos das investigações com ‘tranquilidade’ e colaborado com o Poder Judiciário.https://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-1367172027914602&output=html&h=280&adk=4088208556&adf=289469781&pi=t.aa~a.3068835297~i.3~rp.4&w=651&fwrn=4&fwrnh=100&lmt=1712682705&num_ads=1&rafmt=1&armr=3&sem=mc&pwprc=8151162692&ad_type=text_image&format=651×280&url=https%3A%2F%2Fwww.verdinhoitabuna.blog.br%2F2024%2F04%2Fapos-esposa-ser-presa-deputado-diz.html%23google_vignette&host=ca-host-pub-1556223355139109&fwr=0&pra=3&rh=163&rw=651&rpe=1&resp_fmts=3&wgl=1&fa=27&uach=WyJXaW5kb3dzIiwiMTAuMC4wIiwieDg2IiwiIiwiMTIzLjAuNjMxMi4xMDYiLG51bGwsMCxudWxsLCI2NCIsW1siR29vZ2xlIENocm9tZSIsIjEyMy4wLjYzMTIuMTA2Il0sWyJOb3Q6QS1CcmFuZCIsIjguMC4wLjAiXSxbIkNocm9taXVtIiwiMTIzLjAuNjMxMi4xMDYiXV0sMF0.&dt=1712682877262&bpp=3&bdt=1412&idt=3&shv=r20240404&mjsv=m202404040101&ptt=9&saldr=aa&abxe=1&cookie=ID%3Ddcc2ebf3518054b2%3AT%3D1709242875%3ART%3D1712682791%3AS%3DALNI_Mb9H7SX7j44B8gHErPOxGYj-gpP8Q&gpic=UID%3D00000a10e43314ce%3AT%3D1709242875%3ART%3D1712682791%3AS%3DALNI_MbMrQpU-Mg-sgOPLLM4Un5YEXp8yg&eo_id_str=ID%3D6ad035a176975e70%3AT%3D1709242875%3ART%3D1712682791%3AS%3DAA-AfjYLm97ylAWKD_1tCcSkpe5l&prev_fmts=0x0%2C300x600&nras=2&correlator=5973509426739&frm=20&pv=1&ga_vid=1139339312.1709242875&ga_sid=1712682876&ga_hid=829574499&ga_fc=1&ga_cid=1570294632.1712681337&u_tz=-180&u_his=1&u_h=864&u_w=1536&u_ah=824&u_aw=1536&u_cd=24&u_sd=1.25&dmc=4&adx=238&ady=2744&biw=1519&bih=738&scr_x=0&scr_y=500&eid=44759876%2C44759927%2C44759842%2C31082548%2C31082550%2C95329436%2C95329461%2C31082505%2C95322183%2C31082501%2C31082144%2C95321868%2C21065724%2C31078663%2C31078665%2C31078668%2C31078670&oid=2&pvsid=2117271427122563&tmod=1834590929&uas=0&nvt=2&ref=https%3A%2F%2Fwww.verdinhoitabuna.blog.br%2F&fc=1408&brdim=0%2C0%2C0%2C0%2C1536%2C0%2C1536%2C824%2C1536%2C738&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&fu=128&bc=31&bz=1&td=1&psd=W251bGwsbnVsbCxudWxsLDFd&nt=1&ifi=5&uci=a!5&btvi=1&fsb=1&dtd=14495

Ele volta a afirmar que jamais praticou os crimes ‘que estão sendo lhe atribuídos e que vai provar sua inocência na Justiça’.

Contudo, segundo a Polícia Federal, existem inconsistências nos dados bancários do parlamentar. “A Receita Federal, em cumprimento à ordem judicial, produziu relatórios apontando inconsistências fiscais dos investigados, movimentação financeira incompatível, assim como a propriedade de bens móveis e imóveis não declarados e indícios de lavagem de dinheiro”, aponta documento.

“Mas, detentor de foro por prerrogativa de função e, assim, malgrado tal circunstância, faz-se necessário esclarecer que, desde 2018, o Supremo Tribunal Federal vem entendendo que parlamentares serão processados e julgados pela justiça de primeiro grau em caso cometimento de crimes antes da diplomação do cargo e desconexo a ele”, complementou.

Maiana já havia sido presa em dezembro por causa da mesma investigação [prisão domiciliar].  Na operação deflagada nesta terça, foram alvos de mandados de busca e apreensão ainda cinco policiais militares, entre eles um tenente-coronel.

No total, foram cumpridos 17 mandados de busca e um de prisão preventiva. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 4 milhões das contas bancárias dos investigados, além da suspensão das funções públicas dos PMs. A decisão foi expedida pelo Juízo da 1º Vara Criminal de Feira de Santana.

A operação El Patrón, por sua vez, efetuou dez mandados de prisão preventiva, trinta e três mandados de busca e apreensão, bloqueio de mais de R$ 200 milhões das contas bancárias dos investigados e o sequestro de 26 propriedades urbanas e rurais, além da suspensão de atividades econômicas de seis empresas.

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