{"id":6488,"date":"2022-10-14T10:25:58","date_gmt":"2022-10-14T13:25:58","guid":{"rendered":"http:\/\/correiodoestadobahia.com.br\/?p=6488"},"modified":"2022-10-14T10:25:59","modified_gmt":"2022-10-14T13:25:59","slug":"bahia-tem-119-casos-confirmados-de-variola-dos-macacos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodoestadobahia.com.br\/?p=6488","title":{"rendered":"Bahia tem 119 casos confirmados de var\u00edola dos macacos"},"content":{"rendered":"\n<p>A Bahia tem 119 casos confirmados de &#8220;Monkeypox&#8221;, doen\u00e7a conhecida como var\u00edola dos macacos. A informa\u00e7\u00e3o foi divulgada pela Secretaria Estadual de Sa\u00fade (Sesab), atrav\u00e9s do portal de acompanhamento da doen\u00e7a, nesta quinta-feira (13).<\/p>\n\n\n\n<p>Salvador registrou 79 casos da doen\u00e7a, seguida de Feira de Santana, com seis, e Concei\u00e7\u00e3o da Feira, Lauro de Freitas e Vit\u00f3ria da Conquista com quatro casos cada. Porto Seguro registrou tr\u00eas casos, enquanto Concei\u00e7\u00e3o do Coit\u00e9, Marac\u00e1s e Santo Ant\u00f4nio de Jesus notificaram dois casos cada.<\/p>\n\n\n\n<p>As cidades de Antas, Cairu, Castro Alves, Concei\u00e7\u00e3o do Almeida, Concei\u00e7\u00e3o do Jacu\u00edpe, Ilh\u00e9us, Irec\u00ea, Itabela, Juazeiro, Mutu\u00edpe, P\u00e9 de Serra, Teixeira de Freitas e Xique-xique registraram um caso cada.<\/p>\n\n\n\n<p>Os sintomas apresentados mais recorrentes s\u00e3o: febre, incha\u00e7o nos g\u00e2nglios (adenomegalia), erup\u00e7\u00e3o cut\u00e2nea, dor de cabe\u00e7a (cefaleia) e nas costas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos confirmados, a Bahia tem 361 casos suspeitos notificados que aguardam diagn\u00f3stico laboratorial, e outros 23 casos prov\u00e1veis, segundo a Sesab.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro caso da Monkeypox no estado foi registrado no dia 13 de julho. Ela se assemelha \u00e0 var\u00edola humana, que foi erradicada em 1980. Os principais sintomas da doen\u00e7a s\u00e3o febre, dores de cabe\u00e7a, musculares e nas costas, adenomegalia, calafrios e exaust\u00e3o.A infec\u00e7\u00e3o \u00e9 autolimitada com sintomas que duram de duas a quatro semanas, geralmente dividida em dois per\u00edodos: invas\u00e3o, que dura entre zero e cinco dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa e erup\u00e7\u00e3o cut\u00e2nea come\u00e7a entre um e tr\u00eas dias ap\u00f3s o aparecimento da febre. A erup\u00e7\u00e3o tem caracter\u00edsticas cl\u00ednicas semelhantes com varicela ou s\u00edfilis, com diferen\u00e7a na evolu\u00e7\u00e3o uniforme das les\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que \u00e9 a var\u00edola dos macacos?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A var\u00edola dos macacos \u00e9 uma doen\u00e7a viral rara transmitida pelo contato pr\u00f3ximo com uma pessoa infectada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A transmiss\u00e3o pode ocorrer pelas seguintes formas:<\/p>\n\n\n\n<p>Por contato com o v\u00edrus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo atrav\u00e9s de mordidas e arranh\u00f5es de animais, manuseio de ca\u00e7a selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda n\u00e3o se sabe qual animal mant\u00e9m o v\u00edrus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmiss\u00e3o da var\u00edola \u00e0s pessoas;<\/p>\n\n\n\n<p>De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secre\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato \u00edntimo \u2013 inclusive durante o sexo \u2013 e ao beijar, abra\u00e7ar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doen\u00e7a. Ainda n\u00e3o se sabe se a var\u00edola do macaco pode se espalhar atrav\u00e9s do s\u00eamen ou fluidos vaginais;<\/p>\n\n\n\n<p>Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou len\u00e7\u00f3is;<\/p>\n\n\n\n<p>Da m\u00e3e para o feto atrav\u00e9s da placenta;<\/p>\n\n\n\n<p>Da m\u00e3e para o beb\u00ea durante ou ap\u00f3s o parto, pelo contato pele a pele;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00dalceras, les\u00f5es ou feridas na boca tamb\u00e9m podem ser infecciosas, o que significa que o v\u00edrus pode se espalhar pela saliva.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Isolamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Pacientes com suspeita da doen\u00e7a devem ficar em isolamento, em um local com boa ventila\u00e7\u00e3o natural. \u00c9 recomendado que ambientes comuns, como banheiro e cozinha, fiquem com janelas abertas. Caso more com outras pessoas, deve-se usar a m\u00e1scara cir\u00fargica bem ajustada, protegendo a boca e o nariz.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 importante que o paciente lave as m\u00e3os v\u00e1rias vezes ao dia, preferencialmente com \u00e1gua e sabonete l\u00edquido. Se poss\u00edvel, deve usar toalhas de papel descart\u00e1vel para sec\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem estiver com suspeita tamb\u00e9m n\u00e3o compartilhar alimentos, objetos de uso pessoal, talheres, pratos, copos, toalhas ou roupas de cama. Os itens s\u00f3 podem ser reutilizados ap\u00f3s higieniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>A Bahia tem 119 casos confirmados de &#8220;Monkeypox&#8221;, doen\u00e7a conhecida como var\u00edola dos macacos. 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